Foto: DSM
A Prefeitura de Santa Maria notificou cerca de 50 famílias que ocupam ilegalmente a área do antigo Jockey Club para deixarem o local em 30 dias. A ocupação começou em 2021 e hoje conta com moradias de madeira e alvenaria. Os moradores, muitos em situação de vulnerabilidade, alegam não ter para onde ir e buscam auxílio jurídico para tentar barrar a remoção. A Prefeitura argumenta que a saída é necessária para dar um novo destino à área, por meio de uma parceria público-privada (PPP), cujo estudo de viabilidade será apresentado em maio. A disputa gera tensão entre a administração e os ocupantes, que reivindicam a regularização das moradias.
A remoção de pelo menos 50 famílias da área do antigo Jockey Club evidencia a falta de planejamento habitacional e suporte adequado para populações vulneráveis. A prefeitura justifica a desocupação com base na irregularidade da ocupação e em um novo projeto para o local, mas não apresenta uma solução concreta para realocar essas pessoas, muitas das quais já aguardam há anos em programas habitacionais sem resposta.
O abandono do Jockey Club pelo próprio poder público, que negligenciou sua manutenção por anos, torna a pressa na remoção das famílias ainda mais questionável. A ausência de um plano claro de reassentamento e a recomendação para que os moradores busquem alternativas por conta própria ignoram a realidade da desigualdade social e econômica. O despejo compulsório apenas reforçará o ciclo de exclusão social e o histórico de descaso do Estado com as populações mais vulneráveis.
A deputada Ana Campagnolo (PL-SC) propôs dois projetos polêmicos na Alesc: extinguir a bancada feminina, alegando que sua composição não atende ao mínimo legal, e impor regras mais rígidas para vestimentas no plenário, proibindo roupas curtas e justas. A extinção da bancada eliminaria um espaço de articulação para pautas de gênero, enquanto as novas normas de vestuário geraram críticas por atingirem apenas mulheres. As propostas reacendem debates sobre moralismo e representatividade e devem ser votadas em meio a tensões entre conservadores e progressistas.
O prefeito de São José do Rio Preto (SP), Coronel Fábio Candido (PL), sancionou uma lei que obriga alunos de escolas públicas e privadas a rezarem o Pai-Nosso pelo menos uma vez por semana. A medida, proposta pelo vereador Luciano Julião (PL), foi aprovada pela Câmara de Vereadores em sessão nesta terça-feira (1º) por 18 votos a 4 e permite que estudantes que não quiserem participar apresentem uma declaração assinada pelos responsáveis para serem dispensados.
Julião justifica a proposta afirmando que a oração pode contribuir para o bem-estar emocional e desenvolvimento espiritual dos alunos. No entanto, especialistas apontam que a lei é inconstitucional, pois fere o princípio do Estado laico ao impor uma prática religiosa em ambiente escolar.
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